EMBORA NINGUÉM POSSA VOLTAR ATRÁS...E FAZER UM NOVO COMEÇO, QUALQUER
UM PODE COMEÇAR AGORA E FAZER UM NOVO FIM...
( por Chico Xavier )
Quando por mim você passa Fingindo que não me vê Meu coração quase se despedaça No balancê balancê
Friday, February 23, 2007
Thursday, February 22, 2007
Hoje no balancê ouve-se...
ELIS REGINA: MADALENA
Madalena, o meu peito percebeu que o mar é uma gota
comparado ao pranto meu
Fique certa, quando o nosso amor desperta logo o sol se desespera
e se esconde lá na serra
Madalena, o que é meu não se divide
Nem tão pouco se admite
Quem do nosso amor duvide
Até a lua se arrisca num palpite
Que o nosso amor existe
forte ou fraco alegre ou triste ...

Madalena, o meu peito percebeu que o mar é uma gota
comparado ao pranto meu
Fique certa, quando o nosso amor desperta logo o sol se desespera
e se esconde lá na serra
Madalena, o que é meu não se divide
Nem tão pouco se admite
Quem do nosso amor duvide
Até a lua se arrisca num palpite
Que o nosso amor existe
forte ou fraco alegre ou triste ...

Monday, February 19, 2007
BOM CARNAVAL... E RECUPEREM A TRADIÇÃO...
Para alguns pesquisadores o Carnaval tem raízes históricas que remontam aos bacanais e a festejos similares em Roma;
Passo a explicar: BACANAIS - designação para festas libertinosas, banquetes crapulosos e orgias.
Aonde andam estes carnavais??? é um pecado perderem-se estas tradições...
Passo a explicar: BACANAIS - designação para festas libertinosas, banquetes crapulosos e orgias.
Aonde andam estes carnavais??? é um pecado perderem-se estas tradições...
Thursday, February 15, 2007
Há palavras que nos beijam
Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.
Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.
De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.
(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado)
Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.
Alexandre O'Neill
Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.
Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.
De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.
(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado)
Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.
Alexandre O'Neill
Friday, February 09, 2007
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